terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A eutanasia de animais na visao espirita

"Os animais estão isentos da lei de ação e reação, em suas motivações profundas, já que não têm culpas a expiar." (Emmanuel)

P: O que você pensa da eutanásia aplicada nos animais?

R: Acredito na eutanásia como meio de aliviar-lhes um sofrimento que não se pode aliviar com os métodos terapêuticas convencionais. Mas note que não há restrições desde que seja praticado por um profissional devidamente apto, ou seja, um médico veterinário que, segundo a legislação e segundo a recomendação do próprio Emmanuel, mentor de Francisco Cândido Xavier, é a única pessoa capaz de avaliar esta necessidade. O veterinário também é a única pessoa habilitada a manipular as substâncias próprias deste procedimento com segurança, de modo brando e sem sofrimento. Ele usará uma anestesia que tirará a consciência do animal e provocará uma sedação para, em seguida, aplicar uma outra substância capaz de provocar a parada cardíaca.

A interrupção da vida de um animal por qualquer motivo que seja e não vise ao alívio de algum sofrimento recebe outro nome: assassinato. Tirar a vida de um animal futilmente é motivo de condenação nossa e certamente teremos de responder por atitudes como esta posteriormente.

"O Espírito do animal é classificado, após a morte, pelos Espíritos que a isso compete, e quase imediatamente são utilizados." (Espírito da Verdade).

P: Tive de sacrificar uma pastora de 13 anos que estava com câncer, mas isso me pesou muito. Fiquei triste e até arrependida. Queria saber se ela sofreu muito com este procedimento e como é a vida espiritual dos animais.

R: Quando o animal sofre muito em função de alguma enfermidade degenerativa que não poderá ser curada com os meios terapêuticos disponíveis e o sofrimento já se configurou como algo insuportável, o melhor é a eutanásia, que é uma conduta terapêutica que visa aliviar o sofrimento. Por meio dela são feitas aplicações de substâncias que provoquem uma parada respiratória e cardíaca. No entanto isso somente é feito após a aplicação de um sedativo potente que desconecte a consciência do animal da realidade, para que não sofra no momento em que a substância letal esteja agindo. Este procedimento apenas pode ser feito por um médico veterinário, da maneira mais adequada e para que não haja sofrimento ao animal. O animal e o médico que age neste sentido nunca estão sozinhos. Sempre há uma equipe espiritual acompanhando os procedimentos de eutanásia visando a um retorno tranqüilo dos animais ao mundo espiritual, onde serão preparados para a nova experiência que se seguirá, em outra reencarnação que lhe será oferecida.

Uma vez entrando na dimensão espiritual, são assistidos de perto e acompanhados com toda a atenção possível, e seu retorno poderá ocorrer rapidamente ou não.

O espírito não sente dor nem sofre como sofria quando encarcerado no corpo físico. Estando livre do físico, a recuperação da saúde é imediata.

"O Espírito do animal (na dimensão espiritual)... não tem tempo de se colocar em relação com outras criaturas."Espírito Verdade)

P: Sou veterinária e tenho uma dúvida importante. O que fazer quando aparece um animalzinho doente, sofrendo em fase terminal. Posso fazer eutanásia ou não, segundo a visão espírita?

R: Para os animais não é levada em grande consideração a lei de causa e efeito como é para os seres humanos. Para nós é importante que vivamos cada segundo até o derradeiro, mas para os animais esta lei não exige deles retratações e pagamento de dívidas porque eles são como crianças. Não podemos cobrar de uma criança a atitude ou responsabilidade de um adulto. Os animais vivem no mundo físico para adquirir experiências de vida que contribuam para esta evolução e como eles não possuem tais débitos elevados com aquela Lei, a eutanásia, quando os animais estão passando por casos extremos de sofrimento, não havendo como se recuperar desta dor, tendo sido tentados todos os meios conhecidos e possíveis de amenizar-lhe tal sofrimento, é um método terapêutico. Interrompemos uma vida de sofrimento para que renasçam em um novo corpo sadio e completo para retomar as suas experimentações.

A eutanásia já está nos planos dos Espíritos superiores que cuidam dos animais e que a incluem como meio de aliviar-lhes os sofriimentos.

P: No ano passado tive que mandar fazer eutanásia em uma cachorrinha vira-lata, que estava com câncer de mama. Levei ao veterinário e ele disse que não restava outro meio. A pergunta é: Ela pode ser um dos meus cachorros? Quando olho nos olhos da minha Zica e da Brendinha eu sinto isso.

R: Quando os animais desencarnam, eles têm uma tendência a retomar rapidamente ao mundo físico; Espíritos superiores se encarregam disso. Por isso encontramos no O Livro dos Epíritos, que eles (os animais) não têm tempo para uma vida de relação, portanto não vivem como seres errantes. Ao chegarem ao Mundo Espiritual são, rapidamente, colocados em contato com as colônias que os preparam para reencarnar. Em pouco tempo retornam ao mundo físico encarnados como embriões que se desenvolvem, passando por todas as fases de crescimento até o momento do nascimento. Talvez um destes animais que você tem em casa seja um deles, se nasceram depois de, no mínimo, dois meses e meio após ela deixar o corpo físico. Se já existiam antes disso, então, não. Talvez, então, volte por intermédio de uma ninhada que esteja a caminho. Ou não retorne mais a este mesmo lar, se seu aprendizado ali já tenha terminado.

"A alma do animal sobrevive ao corpo. " (Kardec)

P:. Fale sobre eutanásia praticada por veterinários, às vezes a pedido do dono do animal.

R: A eutanásia é um último recurso usado para aliviar o animal de um sofrimento do qual não se recuperará e não um meio de os donos descontentes de se livrarem de um incômodo. Se for retirada a vida de um animal sadio por simples comodidade dos que querem se livrar de seu animal, por ser velho ou por ser imperativo, por exemplo, neste caso não se falará em eutanásia, mas, sim, em assassinato. Não se pode tirar a vida de uma pessoa ou animal por simples comodidade. O veterinário consciente de suas obrigações, como médico, não deveria aceitar proceder a eutanásia a pedido dos donos, a menos que concorde que não haja tratamentos que possam recuperá-lo do sofrimento. O médico veterinário, após passar anos pelos bancos de faculdades, sabe avaliar a necessidade ou não de se proceder à eutanásia. Os donos podem até mesmo cogitar da possibilidade, mas é o veterinário quem dirá se é ou não válida esta prática em um caso específico. Proceder à eutanásia por comodismo ou por simples meio de obter vantagens financeiras é condenável.

"A inteligência é assim o ponto de encontro entre a alma dos animais e a alma dos homens." (Allan Kardec)

P: . Eu gostaria de saber o que acontece a um cão que falece por eutanásia.

R: Quando um animal falece, seu Espírito é amparado por espíritos encarregados de encaminhá-lo aos locais adequados no Plano Espiritual. Não importa se falecem naturalmente ou por eutanásia, eles são igualmente assistidos e amparados pelas equipes espirituais. Quando um veterinário procede à eutanásia, ele usa anestesia geral para que, perdendo a consciência e dormindo profundamente, o animal se desligue parcialmente do corpo. Em seguida a equipe espiritual, que se encarrega deste animal, procede aos desligamentos complementares deste corpo para que seu corpo espiritual separe-se de modo definitivo, enquanto o espírito do animal mantém-se também inconsciente naquela outra dimensão. Então além do desligamento parcial criado pela anestesia, há o desligamento complementar promovido pelos espíritos. Logo após, o veterinário, aplicando alguma substância letal, consegue provocar uma parada cardíaca no corpo físico. Neste momento o espírito do animal já não se encontra mais ligado a ele. Portanto, deste modo não há sofrimento nem dor neste procedimento.

"Visto que os animais têm uma inteligência que lhes dá uma certa Liberdade de ação, há neles um princípio independente da matéria." (Allan Kardec)

P: Meu cachorrinho sofria de insuficiência renal crônica, um tumor no testículo e inflamação crônica na coluna. Decidimos pela eutanásia, mas me sinto culpada desde que vi seu corpinho sem vida. Queria saber se o Espírito dele já está livre das dores que o corpo terreno lhe proporcionava. Queria ter certeza de que ele está bem e feliz.

R: As equipes espirituais, que se encarregam dos animais, se esmeram em evitar que sofram desnecessariamente. Quando desencarnam, eles imediatamente se vêem livres das dores que lhes provocavam sofrimento. Eles são tratados de modo a eliminar as dores e corrigir as formas corporais e fisiologia corporal (do corpo espiritual) antes de serem enviados à reencarnação ou trabalhos voluntários ao lado dos Espíritos. Quando encaminhados à reencarnação, seus corpos são reconstituídos e preparados para a miniaturização que antecedem ao retorno ao mundo físico. Neste processo, todo o sofrimento evidente nos momentos que antecederam o desligamento (em decorrência da própria enfermidade) desaparece para dar lugar a um corpo, sadio e perfeito em que não há mais dores e sofrimento. No entanto, no caso de morte provocada sem as devidas providências preventivas provocada por algum leigo e não por um veterinário) as conseqüências são diferentes. Quando no desligamento não foi usada anestesia e substâncias tóxicas causaram lesões ao corpo espiritual, as equipes espirituais têm mais trabalho em recuperar a saúde do animal lesado e o sofrimento é maior também. E prolonga-se porque o desligamento entre o corpo físico e o espiritual é mais lento. Neste caso o animal mantém a consciência por mais tempo, permanece ligado ao corpo físico por mais tempo, mas mesmo assim o alívio é imediato quando as equipes o desligam em definitivo. Então, em geral, são tornados inconscientes e permanecem em estado de suspensão. Algumas vezes têm permissão para ficar acordados durante o processo de desligamento e após também. Uma vez desligados, o sofrimento desaparece e a felicidade toma o lugar da dor.

Se a eutanásia foi feita por uma pessoa que evitou a dor, então ele nada sentiu e somente encontrou a felicidade no outro lado da vida. Marcel Benedeti
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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Curar-se



Éramos a única família no restaurante com uma criança. Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranquilos, comendo e conversando.

De repente, Daniel gritou animado, como que dizendo: “Olá, amigo!”, batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.

Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes. Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo.

Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento. Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado.

Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, os sapatos. Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo. Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.

Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal.

Suas mãos começaram a se mexer para saudar. “Olá, neném. Como está você?”, disse o homem a Daniel. Minha esposa e eu nos olhamos: “Que faremos?”.

Daniel continuou rindo e respondeu, “Olá, olá, amigo”.

Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo. O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho.

Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê. Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático. Obviamente, ele estava bêbado.

Minha esposa e eu estávamos envergonhados. Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.

Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta. Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no Estacionamento. O velho se encontrava muito perto da porta de saída.

“Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel”, disse orando, enquanto caminhava perto do homem. Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do AR que ele pudesse estar exalando.

Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de “carrega-me”. Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem.

Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor. Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.

O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face.

Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro, suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel. Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo.

Eu me detive aterrado. O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura: “Cuide deste menino”.

De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: “Assim o farei”. Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor.

Peguei meu filho e o velho homem me disse: “Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso”. Não pude dizer mais que um entrecortado “obrigado”.

Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.

Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo: “Deus meu, Deus meu, me perdoe”.

Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma e uns adultos que viram um montão de roupa suja.

Eu fui um cristão cego carregando um menino que não o era. Eu senti que Deus estava me perguntando: “Estás disposto a dividir seu filho por um momento?”, quando Ele compartilhou Seu Filho por toda a eternidade.

O velho andrajoso, inconscientemente, me recordou: Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um Menino, não entrará nele. (Lucas 18:17).

Apenas repita esta frase e verá como Deus se move: “Senhor Jesus Cristo, te amo e te necessito, entre em meu coração, por favor”.

Passe esta mensagem a algumas pessoas especiais. Não porque você receberá um milagre amanhã.

Mas porque você recebe o milagre todos os dias...

O milagre de estar vivo!
daqui 

sábado, 27 de agosto de 2016

O significado da morte de nossos pais…

Depois da morte dos pais, a vida muda muito. Enfrentar a orfandade, inclusive para pessoas adultas, é uma experiência surpreendente. No fundo de todas as pessoas sempre continua vivendo aquela criança que pode correr para a mãe ou o pai para se sentir protegido. Mas quando eles vão embora, essa opção desaparece para sempre.
Você irá deixar de vê-los, não por uma semana, nem por um mês, e sim pelo resto da vida. Os pais foram as pessoas que nos trouxeram ao mundo e com quem você compartilhou o mais intimo e frágil. Já não estarão presentes aqueles seres pelos quais, em grande parte, chegamos a ser o que somos.
“Quando um recém-nascido aperta com sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo do seu pai, este fica preso para sempre.”
-Gabriel García Márquez-

A morte dos pais: entre falar dela e vivê-la, existe um grande abismo…

Nunca estamos plenamente preparados para enfrentar a morte, ainda mais quando se trata da morte dos pais. É uma grande adversidade que dificilmente pode ser superada totalmente. Normalmente, o máximo que se consegue é assumi-la e conviver com ela. Para superá-la, pelo menos em teoria, deveríamos entendê-la, mas a morte, no sentido estrito, é totalmente incompreensível. É um dos grandes mistérios da existência: talvez o maior.
Obviamente, a forma como assimilamos as perdas tem muito a ver com a forma como aconteceram. Uma morte das chamadas por “causas naturais” é dolorosa, mas um acidente ou um assassinato é muito mais. Se a morte tiver sido precedida por uma longa doença, a situação é muito diferente de quando acontece de forma súbita.
Também influencia o tempo entre a morte de um de outro: se houve pouco tempo, o luto será mais complexo. Se ao contrário, o lapso for mais extenso, certamente a pessoa estará um pouco melhor para aceitá-lo.
Não apenas é o corpo que se vai, e sim todo um universo. Um mundo feito de palavras, de carícias, de gestos. Inclusive, de repetidos conselhos que às vezes irritavam um pouco e de “manias” que nos faziam sorrir ou esfregar a cabeça porque os reconhecemos nelas. Agora começam a se fazer sentir ausentes de uma forma difícil de lidar.
A morte não avisa. Pode ser presumida, mas nunca anuncia exatamente quando irá chegar. Tudo se sintetiza em um instante e esse instante é categórico e determinante: irreversível. Tantas experiências vividas ao lado deles, boas e ruins, se estremecem de repente e ficam somente em lembranças. O ciclo se cumpriu e é hora de dizer adeus.

“O que está, sem estar”…

Em geral, pensamos que esse dia nunca chegará, até que chega e se faz real. Ficamos em estado de choque e vemos apenas uma caixão, com o corpo rígido e quieto, que não fala e não se move. Que está ali, sem estar ali…
Porque com a morte começam a ser compreendidos muitos aspectos da vida das pessoas falecidas. Aparece uma compreensão mais profunda. Talvez o fato de não ter as pessoas queridas presentes suscita em nós o entendimento sobre o porquê de muitas atitudes até então incompreensíveis, contraditórias ou mesmo repulsivas.
Por isso, a morte pode trazer consigo um sentimento de culpa frente a aquele que morreu. É preciso lutar contra esse sentimento, já que não acrescenta nada e afunda em mais tristeza, sem poder remediar nada. Para que se culpar se você não cometeu nenhum erro? Somos seres humanos e acompanhando essa despedida, precisa existir um perdão: do que se vai para com aquele que fica ou do que fica para com aquele que se vai.


Aproveite-os enquanto puder: não estarão aí para sempre…

Quando os pais morrem, independentemente da idade, as pessoas costumam experimentar um sentimento de abandono. É uma morte diferente das outras. Por sua vez, algumas pessoas se negam a dar a importância que o fato merece, como mecanismo de defesa, em forma de uma negação encoberta. Mas esses lutos não resolvidos retornam em forma de doença, de fadiga, de irritabilidade ou sintomas de depressão.
Os pais são o primeiro amor. Não importa quantos conflitos ou diferenças tenham existido com eles: são seres únicos e insubstituíveis no mundo emocional. Mesmo sendo autônomos e independentes, mesmo que o nosso relacionamento com eles tenha sido tortuoso. Quando já não estão, passa a existir uma sensação de “nunca mais” para uma forma de proteção e de apoio que, de uma forma ou de outra, sempre esteve ali.

De fato, aqueles que não conheceram seus pais, ou se afastaram deles muito cedo, costumam carregar essa ausência como um lastro a vida toda. Uma ausência que é presença: fica no coração um lugar que sempre lhes pertence.
De qualquer forma, uma das grandes perdas na vida é a dos pais. Pode ser difícil de superar se houve uma injustiça ou negligência no trato deles. Por isso, enquanto estiverem vivos, é importante ter consciência de que os pais não estarão ali para sempre. De que são, genética e psicologicamente, a realidade que nos deu origem. Que são únicos e que a vida mudará para sempre quando partirem.

daqui

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Meditação Divaldo Franco para Perdão e Cura



Faça a meditação sozinho,deitado ou sentado,olhos fechados por 90 dias para doenças como câncer.Divaldo fez para o seu primo e de um diagnóstico de incurável evoluiu para curado!
Claro que fez todos os procedimentos padrões da medicina.Não sei quais eram.O importante é que curou-se.A força do pensamento é imensa!!!!

sábado, 23 de julho de 2016

Raiva

A Raiva

 

A raiva, também conhecida como ira, cólera, irritação, nervosismo, é uma velha conhecida de todos nós. Apesar de tão comum é uma emoção que devemos evitar. São muitos os problemas que ela gera. Compromete nossa saúde, prejudica as pessoas que convivem conosco, faz com que elas se afastem de nós e atrai companhias desencarnadas indesejáveis. Num momento de fúria podemos fazer algo de que nos arrependeremos amargamente. Quantos assassinatos, brigas e separações são causados pela ira!
A maior dificuldade para eliminarmos a raiva é que colocamos a responsabilidade nas outras pessoas. Sempre que nos irritamos justificamos que foi devido ao comportamento de alguém. As pessoas podem nos prejudicar, coisas ruins podem acontecer conosco, mas ninguém pode nos obrigar a sentir raiva ou a reagir de forma violenta. É nossa a responsabilidade de controlar nossos sentimentos.
O orgulho é a explicação para este sentimento. É a causa das contrariedades, até das mais insignificantes. Ele nos faz sentir superiores às outras pessoas e assim esperamos que todos se dobrem diante de nós. Consideramos qualquer contrariedade como uma ofensa à nossa personalidade. Sempre temos uma justificativa para nossos atos negativos, mas não temos uma palavra de compreensão para com os erros alheios. Não aceitamos que todos temos defeitos e que o próximo tem o mesmo direito de errar do que nós.
Nossa visão estreita do mundo nos leva a cultivar a raiva. Damos muita importância a pequenos fatos. Temos reações desproporcionais diante das contrariedades. É importante entender que todos passamos por dificuldades, que não somos só nós que temos problemas. Precisamos ver as coisas de cima. Pessoas que passam por um grande perigo, por um risco de morte, uma doença grave, uma tragédia em família, uma grande crise financeira ou emocional tem mais facilidade de lidar com os pequenos incidentes da vida. Muitas vezes temos que passar por grandes sofrimentos para eliminar esta visão mesquinha das coisas. Por isso é bom que mudemos nossa maneira de sentir e agir, para não precisar passar por lições mais duras.
É comum justificarmos nosso temperamento nervoso como sendo característica de nossa personalidade, como se não tivéssemos controle sobre ele. O Espiritismos nos esclarece que somos Espíritos em evolução e que somos o resultado do que fizemos no passado. Não foi Deus que nos deu nossos defeitos. Fomos nós que os construímos e compete a nós eliminá-los. Sem esta noção de responsabilidade fica difícil nos dispormos à reforma íntima.
É comum dizermos que a raiva, a agressividade são necessárias, pois sem elas as pessoas não nos respeitariam, se aproveitariam de nós. Na verdade o que faz com que percamos o respeito das pessoas é nosso descontrole. Se tratamos com maturidade, firmeza e serenidade as diversas situações da vida ganhamos o respeito e a admiração de todos. Não é preciso aceitar, mas, devemos saber reagir com dignidade. Como não possuímos esta capacidade e não queremos nos esforçar para consegui-la preferimos continuar no erro. Chega um momento que a agressividade vira um vício e não conseguimos viver sem ela.
Para eliminar a raiva é importante compreender as pessoas e desenvolver uma visão mais ampla da vida. Mas é necessário também desenvolvermos o controle sobre nossas reações evitando a agressão física ou verbal, os pensamentos de revide e a mágoa. Não tem como mudar um hábito sem esforço e disciplina.
Momento Espírita

Espiritualidade revela: há espíritos ovoides no crack


Espiritualidade revela: há espíritos ovoides no crack


A senhora, em pranto contido, dizia à entrevistadora do programa Novos Rumos, de uma rede mundial de rádio e TV:
– A senhora pode me dizer o que quiser, eu não acredito em Deus porque ele me tirou a criatura que eu mais amava. Ele não podia ter feito o que fez comigo.
Entrevistadora:
– De que morreu seu filho?
Mãe:
– Ele perdeu a vida na noite em que, por distração, tomou uma overdose de crack. Naquela noite, ele saiu sozinho dizendo que ia passar na casa de um amigo. Após jantarem, os dois amigos foram a uma “boca de fumo”, ali começaram a fumar pedras de crack e beber cervejas mais do que deveriam. Fizeram isso até 1 hora da madrugada. Foi quando meu filho Lúcio (choro e sufoco na voz) teve o primeiro desmaio e foi socorrido por duas pessoas presentes. O que sei é que meu filho não acordou (tranca a voz e chora...) e só foram chamar a ambulância às 3 horas de uma madrugada muito fria. O veículo chegou dali a meia hora, mas ele já estava morto. Não me perdoo por não ter ido buscá-lo, como fiz antes por várias vezes. Por que Deus fez isso?
– A senhora está acumulando muita revolta em seu coração...
– Você diz isso porque o filho amado não é seu!
– Sim, peço que me perdoe. Mas Deus perdoa o coração de uma mãe. Quanto tempo faz isso?
– Três anos e meio. E nesse tempo não houve um único dia em que eu não derramasse lágrimas. Às vezes me pergunto se eu não cometi erros na sua educação. Sonho e vejo-o todos os dias. Eu lhe satisfazia todas as vontades. Mais do que mimo, eu lhe dei amor. Um amor de paixão. Somos almas gêmeas.
– O que devo lhe dizer é que a Doutrina Espírita tem respostas lúcidas para todas as adversidades da vida.
Então a senhora mãe replicou com aspereza:
– Eu não quero Doutrina, eu quero meu filho!
Ao que a entrevistadora acrescentou:
– Vamos aguardar, estou percebendo que seu filho esteve com a senhora por todos esses três anos e meio e sofre de saudade. Mas, por ora, não tenho nada a acrescentar porque seu sofrimento é intenso nesta hora. Quando estiver mais calma poderemos conversar com mais proveito.
Episódio
Não obstante, em se tratando de um vício excomungado e amaldiçoado como é o crack, que pode roubar o filho querido de uma mãe desde a primeira fumada, as coisas não param por aí. Revelo a seguir um episódio quase incrível no seu conteúdo dramático acontecido no Lar Irmã Esther outro dia, após os trabalhos de cura nos quais atendemos 50 pessoas com as mais diversas enfermidades.
O chefe da equipe espiritual que atendia os pacientes, o dr. Frederico, que a médium A incorporava, respondendo a uma indagação minha sobre o baixo resultado que as autoridades públicas alcançam no tratamento dos viciados em drogas, particularmente na do crack, deu-nos o seguinte esclarecimento acerca do que acontece com drogados nos dois lados da vida. O fato real acontece nos laboratórios do vício situados nas baixas esferas espirituais, protagonizados por mentes bastante inteligentes, mas inclinadas ao mal.
Eis o que diz dr. Frederico:
“Espíritos dotados de raciocínio e cultura material, mas voltados para a maldade com que algemam e destroem suas vítimas, formam verdadeiros exércitos de alucinados pelo consumo, principalmente com preferência pelo crack, droga que é de baixo custo em forma de pequenas pedras e poder escravizante devastador. Poucos sabem na Terra que a rápida viciação propiciada pelo crack foi inventada num dos vários laboratórios de alucinação que funcionam no entorno do planeta.”
E sabem por que o crack é tão poderoso? Certamente vocês estão cientes ou leram acerca dos espíritos ovoides nos antros da erraticidade do espaço: são entidades espirituais que, durante as últimas existências no plano físico, agasalharam em si o gigantismo do mal através de vícios, aventuras escabrosas, fascinações e suicídio moral. São escravos de vícios muito antigos que perderam o ponto norte da vida e na espiritualidade refluíram para o aspecto de um ovo frito, embora com vida, em que no lugar da gema o que aparece é um grande olho “voltado vagamente para lugar nenhum”, e que permanecem nessa situação de pena e dor por décadas e mesmo séculos.
Pois bem, desde a expansão do mal na Terra, os espíritos da sombra que fazem tais logísticas utilizam essa substância espiritual que aqui denomino de “gemas”, ou energias espirituais do vale da morte, e as colocam na composição química do crack, que no plano físico nada mais é do que restos de lixo de cocaína misturados com bicarbonato de sódio. Esse é o amplo motivo pelo qual tem efeito devastador desde a experimentação. O problema básico que aturde muitos especialistas em suas análises é que eles não acreditam na Lei de Reencarnação através de vidas sucessivas. A cultura que conseguem amealhar durante a vida cria-lhes uma falsa autossuficiência no saber, que neles se expressa sob a forma de vaidade no campo intelectual. O ambiente dos vários anos de estudos acadêmicos é materialista, e isso bloqueia a visão na vida que se segue após a morte.
A humildade é a virtude que abrirá caminhos para que a comunidade científica evolua para a espiritualidade.
Enfim, vai aqui um resumo bem claro dos consumidores de crack: se não vencerem o vício, entrarão na vida imortal como suicidas e responsáveis perante o destino humano.
daqui

domingo, 19 de junho de 2016

Luz Imperecível

... "o prêmio da evangelização da nossa própria alma é a abertura dos 
portões da Espiritualidade Superior. 


É a entrada nessa luz imperecível do Espírito Imortal. 

Todo o nosso esforço de renovação moral, de renovação íntima será 

recompensado pelo próprio governador do orbe com a sua assistência amorosa. 



A mediunidade no Evangelho, nos Evangelhos, no Novo Testamento, 

no próprio Cristianismo é a verdadeira mediunidade que nos torna livres, 

que nos conscientiza da nossa imortalidade, dos nossos potenciais espirituais 

e que nos coloca em contato com o Pai das luzes, com o Criador Eterno, 

que tem as mãos cheias de dádivas para o nosso coração."





Extraído de Seminário com Haroldo Dutra Dias.